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Transferência de blastocistos: entenda o que é e quais as vantagens



"Quando o assunto é fertilidade, há uma série de termos que, muitas vezes, soam estranhos […]"

por Dr. Augusto Bussab

Transferência de blastocistos: entenda o que é e quais as vantagens

Quando o assunto é fertilidade, há uma série de termos que, muitas vezes, soam estranhos para nós. Quer um exemplo? Você já ouviu falar em transferência de blastocistos?

No post de hoje, você vai entender o que são blastocistos, como ocorre a transferência e quais são as vantagens desse procedimento. Vamos começar?

Afinal, o que são blastocistos?

Um blastocisto é um embrião composto por cerca de 200 células. Por ter de 5 a 7 dias de vida, o blastocisto apresenta uma estrutura mais complexa do que os embriões mais jovens. Ele é composto pela blastocele (cavidade central), trofoectoderme (que mais tarde formará a placenta) e uma massa celular interna que iniciará a formação do feto.

Trata-se de um embrião no estágio em que ocorre a fixação no útero. É por isso que alguns tratamentos de fertilização optam por implantá-lo no útero da mulher quando ele já se encontra nessa fase.

Como se dá a transferência de blastocistos?

A transferência de embriões em ciclos de fertilização in vitro (FIV) pode ser feita com o embrião em estágio de clivagem, ainda com 2 ou 3 dias de desenvolvimento, ou em estágio de blastocisto, já com 5 a 7 dias de desenvolvimento.

Atualmente, os laboratórios contam com equipamentos que criam um meio ambiente semelhante à cavidade uterina, permitindo que eles cheguem a tornar-se blastocistos. No quinto ou sexto dia, o embrião é transferido ao útero, já em estágio de blastocisto, proporcionando uma chance maior de implantação.

Quais são as vantagens desse procedimento?

Transferir o embrião já em forma de blastocisto traz algumas vantagens. Veja abaixo as principais:

  • maiores possibilidades de gravidez, visto que o embrião já chega ao útero de forma mais madura e estruturada;
  • possibilidade de selecionar os melhores embriões, já que um tempo maior possibilita análises mais profundas dos embriões;
  • após esse período, o organismo da mulher já eliminou os hormônios utilizados durante o processo de indução da ovulação, minimizando a os efeitos dessas substâncias no embrião;
  • trata-se de um processo que fica bem próximo do que ocorre no organismo durante uma gravidez por meios naturais. Quando o óvulo fecundado atravessa as trompas e chega ao útero, normalmente ele já está na fase de blastocisto;
  • assim como os óvulos, os blastocistos podem ser congelados, enquanto embriões com menos dias ainda não têm estrutura para isso.

Então, nesse caso, a gravidez é uma certeza?

Não. Tudo dependerá de como o organismo da mulher se adaptará ao tratamento. Aliás, nada relacionado à medicina apresenta exatamente o mesmo efeito para todas as pessoas: tudo está ligado a uma série de fatores e características do organismo como um todo.

Teoricamente, as chances de gravidez são maiores quando os blastocistos são transferidos, visto que, se chegaram a esse estágio, é porque eles têm potencial para continuar a se desenvolver.

Entretanto, o casal que se submete ao tratamento precisa, ao mesmo tempo em que acredita que tudo dará certo, estar preparado para caso a gravidez não aconteça na primeira tentativa. Isso não significa que as próximas também darão errado. Por isso, o ideal é conversar com o médico e tirar todas as suas dúvidas sobre o procedimento.

Agora que você entendeu as vantagens da transferência de blastocistos, que tal continuar acompanhando outros conteúdos sobre fertilidade humana? Curta nossa página no Facebook e não perca nenhuma novidade sobre o assunto!


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