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Coito programado: tire aqui suas dúvidas sobre o assunto!



"Quando um casal tem dificuldades para engravidar, as técnicas de reprodução assistida se tornam uma possibilidade […]"

por Dr. Augusto Bussab

Coito programado: tire aqui suas dúvidas sobre o assunto!

Quando um casal tem dificuldades para engravidar, as técnicas de reprodução assistida se tornam uma possibilidade real e necessária. Nesse contexto, uma das alternativas mais simples e menos invasivas é o coito programado, que permite que a parceira engravide da forma mais natural possível com uma pequena ajuda da medicina.

Quer entender melhor o que é o coito programado, como ele é feito e para quais casais é indicado? Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o assunto.

O que é coito programado?

Coito programado é um tratamento para infertilidade no qual a ovulação é induzida por medicamentos. Assim, o casal pode se programar para que as relações sexuais aconteçam durante o período fértil da mulher, aumentando as chances de uma gravidez positiva.

Por demandar apenas o uso de alguns remédios e a realização de ultrassonografias seriadas, a técnica é considerada uma das mais simples e baratas entre os tratamentos de reprodução assistida disponíveis hoje.

Como essa técnica funciona?

Antes de mais nada, é importante que o casal passe pela avaliação de um médico especialista em reprodução humana: esse é o único profissional que pode analisar com precisão a causa da infertilidade e indicar o melhor tratamento para ambos. Caso o coito programado seja indicado para os parceiros, inicia-se a fase de indução da ovulação.

Indução da ovulação

Para induzir a ovulação, a mulher recebe uma dose diária (por cerca de 10 dias) de hormônios orais ou injetáveis que estimulam a maturação dos folículos e a preparação para a ovulação. Até 15 folículos podem ser estimulados inicialmente, mas à medida que o tratamento progride, apenas um ou dois se tornam dominantes e completam o processo.

Durante essa fase de preparação, são realizados ultrassons transvaginais seriados a cada um ou dois dias para acompanhar o desenvolvimento dos folículos e determinar o momento exato da ovulação. Uma vez que o folículo está pronto para liberar o óvulo, é prescrita uma dose de gonadotrofina coriônica humana (hCG) para acelerar o processo de ovulação.

Em alguns casos específicos, no entanto, o coito programado é realizado apenas com o acompanhamento ultrassonográfico do ciclo menstrual natural da mulher, sem a indução medicamentosa da ovulação.

Coito programado

A partir da ovulação, o casal tem de 12 a 24 horas para ter relações sexuais sem o uso de métodos contraceptivos (coito programado) e facilitar que os espermatozoides do sêmen alcancem e fecundem os óvulos liberados naturalmente, dando início à gestação.

Qual é a duração do tratamento?

A fase de indução da ovulação dura cerca de 5 dias no caso de medicamentos orais e de 12 dias para medicamentos injetáveis. Uma vez que a ovulação e o coito programado ocorrem, é necessário esperar mais 15 dias para que o primeiro teste de gravidez seja realizado e a gestação seja confirmada.

Para quem ele é indicado?

  • casais jovens que não apresentam alterações no espermograma, qualquer tipo de obstrução no útero ou nas trompas;
  • casais com alterações leves nos exames de fertilidade que ainda permitem uma concepção natural;
  • casais com problema de infertilidade sem causa aparente que iniciam o tratamento com os métodos mais simples e menos invasivos.

Qual a chance de sucesso?

Para casais jovens e em boa saúde, o coito programado gera a gravidez em até 25% dos casos. Em mulheres com mais de 35 anos, a chance de sucesso é um pouco mais baixa devido à idade dos óvulos.

E se o coito programado não gerar uma gravidez?

É comum que até três tentativas de coito programado sejam realizadas antes que a técnica seja considerada ineficaz, mas cada caso deve ser avaliado pelo médico para que isso possa ser determinado. Se o coito programado realmente não for suficiente para gerar a gravidez, o casal pode tentar outros procedimentos de reprodução assistida mais complexos, como a inseminação artificial ou a fertilização in vitro (FIV).

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