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Inseminação Artificial ou FIV: entenda as principais diferenças



"Com a evolução da reprodução assistida, diversas técnicas surgiram para permitir que casais com dificuldades […]"

por Dr. Augusto Bussab

Inseminação Artificial ou FIV: entenda as principais diferenças

Com a evolução da reprodução assistida, diversas técnicas surgiram para permitir que casais com dificuldades de engravidar realizassem o sonho de ter filhos. Dentre as principais delas, destacam-se a inseminação artificial e a fertilização in vitro (FIV).

Apesar de serem bastante conhecidas, ambas são muito confundidas e cercadas de mitos. Foi para esclarecer o assunto que respondemos aqui as principais dúvidas sobre esses dois procedimentos.

Continue a leitura e entenda a diferença entre inseminação artificial e FIV.

O que é inseminação artificial?

É a técnica que introduz o sêmen no útero por meio de um cateter para facilitar o encontro dos espermatozoides com o óvulo, a fecundação, e permitir a gestação natural.

O que é fertilização in vitro?

A FIV é um procedimento em que os óvulos e os espermatozoides são coletados de forma independente e fecundados em laboratório, fazendo com que um embrião se forme. Após esse processo, o embrião é transferido para o útero, e a gravidez segue seu curso natural.

Qual a principal diferença entre inseminação artificial e FIV?

Na inseminação artificial, os espermatozoides precisam se locomover até o óvulo e a fecundação ocorre dentro do corpo da mulher.

Já na FIV, os óvulos e os espermatozoides são colocados juntos em uma placa de Petri ou o espermatozoide é injetado dentro do óvulo pela técnica de injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), portanto a fecundação ocorre em laboratório.

Qual técnica é melhor?

Depende. A inseminação artificial é mais simples e mais barata, mas nem sempre é suficiente para que a gravidez ocorra. Ela atinge sucesso em aproximadamente de 25% a 30% dos casos.

Já a FIV é mais complexa, mais cara e demanda a realização de um procedimento cirúrgico para a coleta de óvulos. No entanto, atinge taxas de sucesso mais altas: 45% em média.

Isso significa que a FIV é a técnica mais indicada para os casais que querem engravidar?

Depende do casal. O mais importante é passar pela avaliação de um especialista em reprodução humana para que a causa da infertilidade seja determinada e o melhor tratamento possa ser escolhido.

Quando a inseminação artificial é indicada?

Em geral, a inseminação artificial é a melhor opção quando a infertilidade é provocada por pequenas alterações no sêmen ou distúrbios da ovulação — como na síndrome dos ovários policísticos, por exemplo —, que podem ser resolvidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de óvulos.

A técnica também pode ser usada por casais homoafetivos femininos ou por mulheres solteiras que querem engravidar com o uso de sêmen de um doador.

Quando a FIV é indicada?

Quando há fatores que impedem o encontro do óvulo com o espermatozoide dentro do corpo da mulher. Isso pode ocorrer por:

  • obstruções das trompas, como é o caso da endometriose grave;
  • ausência de ovulação por menopausa precoce, idade avançada da mulher ou baixa reserva ovariana;
  • alterações graves no sêmen relacionadas à quantidade ou motilidade dos espermatozoides, como a azoospermia;
  • erros genéticos que provocam doenças graves no bebê e tornam necessária uma seleção do embrião antes da implantação;
  • uso de óvulos doados, congelados ou de útero de substituição (barriga de aluguel).

​A FIV também é a técnica recomendada para casais homoafetivos masculinos.

Agora que você entendeu a diferença entre inseminação artificial e FIV, aproveite para conferir o passo a passo da fertilização in vitro!

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